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Canal de denúncias de assédio e violência para empresas de Goiânia

Um canal de denúncias só funciona quando as pessoas confiam que serão ouvidas e protegidas. A MT2 ajuda empresas de Goiânia a desenhar esse canal, com regras claras do relato até a resposta.

Para que serve um canal de denúncias

O canal de denúncias é o meio seguro e confidencial para que colaboradores relatem assédio moral, assédio sexual, discriminação, ameaças e outras formas de violência no trabalho. Ele é útil para empresas de qualquer porte e é parte importante da prevenção, já que a NR-1 inclui os fatores psicossociais no GRO e a CIPA também tem atribuições relacionadas ao tema. O momento de estruturar é antes do primeiro caso grave, e não depois.

Ter um e-mail genérico ou uma caixinha de sugestões não é a mesma coisa. Um canal de verdade tem regras, responsáveis e um fluxo que todos conhecem.

Os pilares de um canal confiável

  • Acesso fácil: mais de uma forma de relatar, incluindo opções para quem não usa computador
  • Sigilo: poucas pessoas com acesso aos relatos, todas com dever de confidencialidade
  • Anonimato possível: ninguém é obrigado a se identificar
  • Imparcialidade: quem apura não tem vínculo com os envolvidos
  • Proteção contra retaliação: regra escrita e aplicada
  • Retorno: quem relatou sabe que o caso foi tratado

Como estruturamos o canal com você

  1. Política interna

    Redigimos com a empresa a política que define o que pode ser relatado, quem recebe, quem apura e quais são as garantias de quem relata.

  2. Fluxo de apuração

    Desenhamos as etapas: recebimento, triagem, apuração, decisão e registro. A empresa define os prazos internos de cada fase.

  3. Meios de acesso

    Escolhemos os canais adequados à realidade da equipe, como formulário on-line, telefone ou outro meio.

  4. Capacitação

    Preparamos quem vai receber e apurar os relatos para ouvir sem julgar, registrar com cuidado e proteger as pessoas.

  5. Divulgação

    Ajudamos a apresentar o canal para a equipe, com linguagem clara sobre o que muda e como usar.

Erro comum: encaminhar o relato para o gestor do setor "resolver internamente". Se o problema envolve esse gestor ou alguém próximo dele, quem relatou fica exposto e o canal perde a credibilidade de uma vez. A triagem precisa estar fora da linha hierárquica dos envolvidos.

O canal dentro da prevenção

Os relatos recebidos, sempre de forma agregada e sem identificar ninguém, são uma fonte valiosa para o inventário de riscos. Se um setor concentra queixas, isso precisa entrar na avaliação de riscos psicossociais e no plano de ação. O canal funciona melhor quando a equipe também sabe reconhecer o que é assédio, e para isso existe o treinamento de prevenção ao assédio.

Quando um relato envolve risco à integridade de alguém, a empresa deve agir de imediato para proteger a pessoa, sem esperar o fim da apuração.

Perguntas que a política deve responder

PerguntaPor que importa
Quem pode usar o canal?Define se terceirizados, estagiários e ex-colaboradores também podem relatar
Quem tem acesso aos relatos?Limita a circulação da informação e protege os envolvidos
O que acontece se o relato envolver a diretoria?Evita que o caso fique sem caminho de apuração
Como a pessoa acompanha o caso?Mostra que o relato não foi ignorado
Como os registros são guardados?Garante sigilo e cumprimento da proteção de dados

Como a MT2 ajuda a sua empresa

Ajudamos a desenhar um canal simples de usar, com regras que protegem quem relata e dão segurança para quem apura. Integramos o tema à CIPA e ao gerenciamento de riscos. Veja os demais serviços em riscos psicossociais.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O canal precisa aceitar relatos anônimos?

É altamente recomendável. Muitas pessoas só relatam se puderem manter o anonimato, principalmente quando o problema envolve um superior. O canal pode permitir que quem quiser se identifique, mas não deve exigir isso. Também convém permitir que o autor do relato acompanhe o andamento sem revelar quem é.

Quem deve apurar os relatos?

Uma comissão ou pessoa sem relação hierárquica com os envolvidos, com regras de conflito de interesse. Se o relato envolve a própria diretoria, é preciso prever um caminho alternativo, por exemplo com apoio externo. Isso é definido na política antes de o canal começar a funcionar.

Um relato que não se comprova deve ser punido?

Não, se foi feito de boa-fé. Muitas situações não podem ser comprovadas e isso não significa que o relato era falso. Punir quem relatou de boa-fé destrói a confiança no canal. Apenas a má-fé comprovada pode ter consequência, conforme a política interna.

Pronto para colocar a saúde ocupacional em dia?

Mande uma mensagem com o número de colaboradores e as funções. A gente indica o caminho.

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